Radio observador

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Como surgiu o observador?

O Observador começou por ser uma conversa entre um jornalista, José Manuel Fernandes, um historiador e colaborador de jornais, Rui Ramos, e um empresário e gestor, António Carrapatoso. Uma conversa que se iniciou em janeiro de 2012 e durou quase dois anos. O ponto de partida foi a insatisfação com a informação que se produzia e produz em Portugal.

Quem são os jornalistas do observador?

Os dois jornalistas mais conhecidos da equipa do Observador são o José Manuel Fernandes, que será administrador e publisher, sendo também colunista, e o David Dinis, o diretor editorial, com funções mais executivas.

Quem é o colunista do observador?

E Alberto Gonçalves, um dos colunistas mais populares do Observador, também fará uma crónica conversada, todos os dias depois das 18h30. Além dos programas da manhã e da tarde e dos noticiários de meia em meia hora, que mais é que me sugerem?

Por que a cultura do observador é tão importante?

Porque tem a cultura do Observador: vai ser uma rádio de informação, que responde de forma rápida aos acontecimentos. Vamos estar sempre a contar o que se passa no mundo, em noticiários de 30 em 30 minutos, 24 horas por dia, ou interrompendo a programação para emissões especiais quando a atualidade o justificar.

Qual a importância de ser um bom observador?

O bom observador é aquele que possui paciência e coragem para resistir às ânsias materiais de precipitação que todo ser humano tem em relação a conclusões rápidas. A imparcialidade também é um elemento necessário na observação dos fenômenos. Quando se observa, se deve não apenas ver, mas examinar, entender e auscultar os fatos.

Qual a diferença entre observador e observação participante?

O observador se incorpora natural ou artificialmente ao grupo ou comunidade pesquisados – natural, quando já é elemento desse grupo investigado. A observação participante é as vezes criticada quando utilizada nas investigações científicas, por se considerar muito difícil assegurar a objetividade da observação.

O que é o processo de observação?

Processo de observação no qual o pesquisador participa ativamente como membro do grupo que ele próprio está estudando, utilizando esta posição para obter informações acerca desse grupo.

Quem são os jornalistas do observador?

Os dois jornalistas mais conhecidos da equipa do Observador são o José Manuel Fernandes, que será administrador e publisher, sendo também colunista, e o David Dinis, o diretor editorial, com funções mais executivas.

Como surgiu o observador?

O Observador começou por ser uma conversa entre um jornalista, José Manuel Fernandes, um historiador e colaborador de jornais, Rui Ramos, e um empresário e gestor, António Carrapatoso. Uma conversa que se iniciou em janeiro de 2012 e durou quase dois anos. O ponto de partida foi a insatisfação com a informação que se produzia e produz em Portugal.

Quem é o dono do observador?

Luís Amaral detém mais de 45,6% do capital da empresa. Lançado a 19 de maio de 2014, o Observador nasceu como um jornal generalista digital, uma linha que mantém até hoje apesar de já ter colocado à venda nas bancas cinco edições especiais em papel (três por altura do seu aniversário e duas pelo Natal).

Quem são os jornalistas do observador?

Os dois jornalistas mais conhecidos da equipa do Observador são o José Manuel Fernandes, que será administrador e publisher, sendo também colunista, e o David Dinis, o diretor editorial, com funções mais executivas.

Quem é o maior acionista do observador?

O Observador nunca escondeu a identidade dos seus acionistas, sempre a divulgou publicamente, ao contrário do que sucede com outros órgãos de informação. O maior acionista é Luís Amaral, com mais de 40% do capital, um empresário que tem o seu maior investimento na Polónia.

Por que é importante ser um indivíduo observador? Antes de abordar sobre a importância de ser um indivíduo observador, faz-se necessário compreender como se dá esse processo de observar. Para poder enxergar as coisas com exatidão, tem que ser livre. Porque observar é completamente diferente de pensar e, em seguida, julgar algo.

Qual a relação do saber com a cultura?

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