Aldeia da luz submersa

aldeia da luz submersa

Por que as aldeias submersas estão a reaparecer o lar de alguém?

E, agora, a seca severa que Portugal e Espanha atravessam colocou a olho nú as ruínas destas casas que um dia foram o lar de alguém. Estas são as aldeias submersas que estão a reaparecer a olhos vistos devido à seca na Península Ibérica.

Onde fica a antiga aldeia da luz?

A antiga Aldeia da Luz onde estas fotos foram tiradas, jaz submersa no Grande Lago Alqueva. As pessoas que ali moravam, foram deslocalizadas para a nova aldeia, construída de raiz numa área com a cota mais alta, onde as águas da barragem não chegam...

Quem paga o IMI da aldeia da luz?

Habitantes da Aldeia da Luz, em Mourão (Évora), ainda hoje pagam Imposto Municipal sobre Imóveis (IMI) dos terrenos que possuíam e ficaram submersos na antiga povoação, 20 anos após o início do enchimento do Alqueva.

Onde fica a Velha Aldeia da luz?

A velha aldeia da Luz localizava-se a cerca de 2 km para oeste da actual. No final do século XX, a Luz era uma aldeia pouco povoada (394 habitantes em 1991 e 373 em 2001) e com características rurais.

Quais são as aldeias submersas que reapareceram em Espanha devido à seca?

O caso mais recente de aldeias submersas que reapareceram em Espanha devido à seca, ocorreu na Galiza. A barragem de Lindoso começou a encher em 1992 e inundou não uma, mas cinco aldeias da região: a Reloeira, Lantemil, Bao, Buscalque e Aceredo.

Como saber se a aldeia está a descoberto?

Nestes alturas, grande parte da aldeia fica a descoberto e, seguindo o trilho que acompanha o rio, poderá ter um vislumbre do que terá sido a aldeia. Apesar da ausência de telhados, as construções permanecem praticamente intactas, sendo possível distinguir diferentes edificações, bem como muros e caminhos.

Quais são os exemplos de aldeias construídas de raiz?

Existem alguns exemplos próximos, nomeadamente em Portugal, como por exemplo a aldeia de São José de Alcalar construída de raiz na freguesia da Mexilhoeira Grande, em Portimão, e o lar de São Martinho das Amoreiras, no concelho alentejano de Odemira (Beja), também ele construído de raiz.

Quem é o último habitante a sair da aldeia?

‘Ele’ é José Antunes, o último habitante a sair da aldeia. “Se hoje fosse vivo, o homem já tinha uns 150 anos”, ri-se. Aceredo.

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