Abrapalavra observador

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Como surgiu o observador?

O Observador começou por ser uma conversa entre um jornalista, José Manuel Fernandes, um historiador e colaborador de jornais, Rui Ramos, e um empresário e gestor, António Carrapatoso. Uma conversa que se iniciou em janeiro de 2012 e durou quase dois anos. O ponto de partida foi a insatisfação com a informação que se produzia e produz em Portugal.

Quem são os jornalistas do observador?

Os dois jornalistas mais conhecidos da equipa do Observador são o José Manuel Fernandes, que será administrador e publisher, sendo também colunista, e o David Dinis, o diretor editorial, com funções mais executivas.

Quem é o maior acionista do observador?

O Observador nunca escondeu a identidade dos seus acionistas, sempre a divulgou publicamente, ao contrário do que sucede com outros órgãos de informação. O maior acionista é Luís Amaral, com mais de 40% do capital, um empresário que tem o seu maior investimento na Polónia.

Como surgiu o observador?

O Observador começou por ser uma conversa entre um jornalista, José Manuel Fernandes, um historiador e colaborador de jornais, Rui Ramos, e um empresário e gestor, António Carrapatoso. Uma conversa que se iniciou em janeiro de 2012 e durou quase dois anos. O ponto de partida foi a insatisfação com a informação que se produzia e produz em Portugal.

Quem é o dono do observador?

Luís Amaral detém mais de 45,6% do capital da empresa. Lançado a 19 de maio de 2014, o Observador nasceu como um jornal generalista digital, uma linha que mantém até hoje apesar de já ter colocado à venda nas bancas cinco edições especiais em papel (três por altura do seu aniversário e duas pelo Natal).

Quem são os jornalistas do observador?

Os dois jornalistas mais conhecidos da equipa do Observador são o José Manuel Fernandes, que será administrador e publisher, sendo também colunista, e o David Dinis, o diretor editorial, com funções mais executivas.

Por que o observador não nasceu para ser um projecto de mecenato?

A construção do modelo de negócio foi a par com o desenvolvimento do modelo editorial: o Observador não nasceu para ser um projecto de mecenato, apesar de nestes anos de crise das empresas de comunicação social se falar cada vez mais em mecenato para o jornalismo.

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