Convulsão febril

convulsão febril

Qual é o risco de convulsão febril?

O risco de convulsão febril parece estar aumentado após a administração de certas vacinas, incluindo a tríplice bacteriana (DTP), contra difteria, tétano e coqueluche, e a tríplice viral (MMR), contra sarampo, caxumba e rubéola. O risco absoluto, porém, é pequeno.

Quais são os fatores que causam as convulsões febris?

As convulsões febris estão relacionadas com fatores genéticos associados a uma imaturidade cerebral característica dos primeiros anos de vida. Estas crianças são mais sensíveis a temperaturas elevadas, situação que tende a desaparecer com a idade. Movimentos repetitivos e involuntários dos braços e pernas

Como evitar que o meu filho tenha uma convulsão febril?

Se o seu filho tiver uma convulsão febril, você precisa manter a calma e lembrar que o quadro, apesar de assustador, costuma ser autolimitado e não causa mal à criança. Para evitar que qualquer complicação durante a crise, siga os seguintes passos:

Qual é o grau de febre associado às convulsões febris?

Como já referido, o grau de febre associado às convulsões febris é variável e depende do limiar de cada criança. Na maioria das vezes, a temperatura precisa estar acima dos 39ºC, mas em cerca de 25% dos casos as convulsões surgem com febre entre 38 e 39ºC.

Quanto tempo dura uma convulsão febril?

A duração de uma convulsão febril típica é de alguns minutos. Depois disso, a criança costuma ficar sonolenta e acorda aos poucos. Não recomenda-se colocar os dedos dentro da boca da criança para puxar sua língua, pois esta ação pode levar a lesão dos dedos de quem tentou apenas ajudar.

Quais são os critérios para definir uma convulsão febril?

Ter um episódio de convulsão febril não significa que a criança tenha epilepsia; para o diagnóstico de epilepsia são necessárias duas ou mais convulsões sem febre presente. Os critérios geralmente aceitos para definir uma convulsão febril incluem: Um episódio de crise convulsiva associado a uma temperatura corporal superior a 38°C.

Quais são as causas da convulsão febril em crianças com mais de 5 anos?

A convulsão febril até pode, eventualmente, surgir em crianças com mais de 5 anos, mas nessa faixa etária o quadro precisa ser mais investigado, pois convulsão febril não é a causa mais provável. A convulsão febril só costuma ocorrer com quadros de febre acima de 38ºC. Cada criança tem um limiar diferente para o desencadeamento da crise.

Quais são as convulsões febris?

Em geral, as convulsões febris ocorrem no início da rápida elevação da temperatura e a maior parte nas 24 h do começo da febre. As convulsões são tipicamente generalizadas, a maioria clônica, mas algumas se manifestam como períodos de posição tônica ou de atonia. Um período pós-ictal de alguns minutos é comum, mas pode durar até algumas horas.

Quais são as causas da convulsão febril em crianças com mais de 5 anos?

A convulsão febril até pode, eventualmente, surgir em crianças com mais de 5 anos, mas nessa faixa etária o quadro precisa ser mais investigado, pois convulsão febril não é a causa mais provável. A convulsão febril só costuma ocorrer com quadros de febre acima de 38ºC. Cada criança tem um limiar diferente para o desencadeamento da crise.

Quais são os critérios para definir uma convulsão febril?

Ter um episódio de convulsão febril não significa que a criança tenha epilepsia; para o diagnóstico de epilepsia são necessárias duas ou mais convulsões sem febre presente. Os critérios geralmente aceitos para definir uma convulsão febril incluem: Um episódio de crise convulsiva associado a uma temperatura corporal superior a 38°C.

Quais são as convulsões febris?

Que exames se fazem? As convulsões febris são uma situação bastante frequente em pediatria. Surgem habitualmente entre os 6 meses e os 6 anos de idade e são causadas pela relativa imaturidade cerebral para lidar com a febre. Na grande maioria dos casos, não acarretam nenhum problema para as crianças, nomeadamente lesões cerebrais ou atraso mental.

Como acomodar a criança durante a convulsão?

- Colocar um travesseiro ou uma almofada embaixo da criança se a superfície for dura. - Evitar mover a criança, salvo se ela se encontrar num lugar perigoso. - Retirar os objetos que possam oferecer riscos de lesão para a criança.

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